Um dia, não muito tempo dos dias de hoje, andei pensando em você, e talvez na possibilidade de ter você de novo ao meu lado, sabe aquelas noites bobas onde a gente fica fragilizada com os sentimentos todos transbordando pelos poros, é eu estava assim, talvez por conta dos momentos sozinha que me levam a ficar naquele silencio sepulcro onde o pensamento insiste em ser a única coisa que não se cala, e acredite se quiser o pensamento fala muito alto, e você então se pega as três da manhã escrevendo algumas cartas de amor endereçadas ao nada e a ninguém, e isso meus amigos é talvez o mais dolorido de se estar só em busca da pesca dos sentimentos passados que jamais conseguimos pescar...
O desespero consome, as memórias enlouquecem o tempo não passa e talvez você não volte, e aos poucos eu vou ficando sem ar esperando você voltar... Essa letra de musica é terrivelmente verdadeira... E então a noite passa você volta a gesticular e como um bebê percebe que erra na hora de pronunciar o nome das pessoas e sempre aparece o dele na sua boca, e incansavelmente você acredita que você precisa de um homem para chamar de seu... E ser salva pelo dragão e como uma princesa ser acordada pelo príncipe, e sem medo do futuro subir em seu cavalo e rumar ao horizonte onde está o fim do mundo e ser feliz... Mistérios do coração, mistérios da mente humana, mistérios de um coração apaixonado e mal resolvido...
Estar só não me apavora o que me assustar é saber que você anda só por ai, e que não posso interferir no destino, e que essa solidão talvez apenas repouse em meu peito sofrido e imaturo, e que em meu lugar, estão outros e mais outros, e talvez no final de tudo eu esteja como um retrato envelhecido sendo apagado com o passar do tempo... eu volto... Lins Roballo, 26 de maio do 2009.
O desespero consome, as memórias enlouquecem o tempo não passa e talvez você não volte, e aos poucos eu vou ficando sem ar esperando você voltar... Essa letra de musica é terrivelmente verdadeira... E então a noite passa você volta a gesticular e como um bebê percebe que erra na hora de pronunciar o nome das pessoas e sempre aparece o dele na sua boca, e incansavelmente você acredita que você precisa de um homem para chamar de seu... E ser salva pelo dragão e como uma princesa ser acordada pelo príncipe, e sem medo do futuro subir em seu cavalo e rumar ao horizonte onde está o fim do mundo e ser feliz... Mistérios do coração, mistérios da mente humana, mistérios de um coração apaixonado e mal resolvido...
Estar só não me apavora o que me assustar é saber que você anda só por ai, e que não posso interferir no destino, e que essa solidão talvez apenas repouse em meu peito sofrido e imaturo, e que em meu lugar, estão outros e mais outros, e talvez no final de tudo eu esteja como um retrato envelhecido sendo apagado com o passar do tempo... eu volto... Lins Roballo, 26 de maio do 2009.
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