
Como explicar aquela sensação de retorno, reverenciar fatos passados, um verdadeiro “Déjà vu”, essa semana estou tendo um verdadeiro reinicio do fim das coisas que já passaram... uffa!!! Esse retorno me deixou um pouquinho temerosa sobre o que realmente plantei, sobre o que realmente estou a colher.
Eu passei dois longos anos pensando e pensando como seria esse reencontro com o passado, e para falar a verdade foi bem mais que eu esperava, foi bem mais que eu queria, foi muito mais que eu pensei... O papo foi reconciliador e preencheu novamente aquele espaço vazio que havia ficado.
Voltar a rever o passado quando ele bate a sua porta é às vezes temerosamente estranho, você tenta empurrar essas coisas para bem adiante, o papo do rompimento, os erros passados, o medo de ter errado ao terminar e sentir aquela vontadinha de voltar, o medo... O medo... Ter esse medinho é muito bom, você pensa que não vai haver esse medo, mas existe sim, pois ele faz parte do processo de reconciliação.
Bom passada a noite, depois de longas 7 ou 8 horas de papo, de colocar a vida em dia, de colocar as noticias em dia, falar das coisas que nesse longo espaço de tempo foi feito de ambas as partes, e tudo resolvido, amigos? “Amigos”... Passa então o frio da barriga, o medo e o travamento em falar certos assuntos. Agora fazer um cafezinho, tomar nosso coffe-break e então aproveitar essa reunião de um nós bem melhorado com o passado concertado, com o presente melhorado e quem sabe um futuro divertido... Beijus eu volto
Eu passei dois longos anos pensando e pensando como seria esse reencontro com o passado, e para falar a verdade foi bem mais que eu esperava, foi bem mais que eu queria, foi muito mais que eu pensei... O papo foi reconciliador e preencheu novamente aquele espaço vazio que havia ficado.
Voltar a rever o passado quando ele bate a sua porta é às vezes temerosamente estranho, você tenta empurrar essas coisas para bem adiante, o papo do rompimento, os erros passados, o medo de ter errado ao terminar e sentir aquela vontadinha de voltar, o medo... O medo... Ter esse medinho é muito bom, você pensa que não vai haver esse medo, mas existe sim, pois ele faz parte do processo de reconciliação.
Bom passada a noite, depois de longas 7 ou 8 horas de papo, de colocar a vida em dia, de colocar as noticias em dia, falar das coisas que nesse longo espaço de tempo foi feito de ambas as partes, e tudo resolvido, amigos? “Amigos”... Passa então o frio da barriga, o medo e o travamento em falar certos assuntos. Agora fazer um cafezinho, tomar nosso coffe-break e então aproveitar essa reunião de um nós bem melhorado com o passado concertado, com o presente melhorado e quem sabe um futuro divertido... Beijus eu volto
MÚSICA PARA ACOMPANHAR...
(escute para entender)
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