
Sempre tive em minha vida uma postura muito madura sobre certos assuntos, confesso que algumas vezes equivocadamente precipitei-me sobre certas escolhas, não que havia feito as escolhas erradas, de forma alguma, o equivoco estava localizado no tempo.
Algumas vezes fiz escolhas certas em tempos errados, outras vezes as escolhas erradas no tempo certo, porque mesmo que as escolhas sejam certas ou erradas, são escolhas e devemos manter certa fidelidade com o nosso perfil.
Não dizendo que essas escolhas poderiam estragar a minha vida inteira, mas fariam parte de mim por algum tempo... Tipo... O pudim do domingo depois daquela churrascada acompanhado de dois copos de cerveja e uma farofa deliciosa de bacon e calabresa... Era a coisa deliciosamente certa na hora errada... Mas fazer o quê? Nem sempre é como agente pensa ou quer.
Sempre disse para minhas amigas que escrevia melhor na depressão, mas nesses dias não ando depressiva, ando até de bem comigo mesma, reclamar da vida, do cotidiano de certa forma faz parte do meu perfil. Apaixonada, acho que não me encontro em tal estado, estou naquela faze de crença, creio em mim, creio em meus ideais, creio que...
Crer nem sempre é fácil, porque para se chegar a essa realidade da crença demorei bem mais do que quando descrente em mim me perco nos meus sentimentos, confusos sentimentos. Nem mesmo solitária me sinto só, me faço feliz, é não curto balada, não curto agito, não curto bagunça... Depende também, curto um agito social com amigos, discretos, se bem que eu não sou nada discreta, discrição é uma palavra que não existe no meu vocabulário, curto um barzinho, voz violão, uma bebidinha um cigarro na mão e aquele amigo bom de papo, ai to céu.
Não curto TV, mas um filminho, desenhos animados, me fazem chorar pacas, não o desenho em si, mas a mensagem que eles sempre trazem, não sei se isso foi falta de infância, mas que eu me lembre minha infância sempre foi boa. Curto doce, salgado, café e pipoca. Ta, não sou um modelo de perfeição corporal, mas me viro bem no quesito sedução. Curto sim umas saladas, mas o que me falta mesmo é tempo, às vezes percebo que até falta tempo para mim mesma.
As flores são imprescindíveis para uma primavera linda, sem elas não tem aquela sensação de amor, de carinho, confesso, que nunca recebi flores, ganhei amores, ganhei presentes, mas flores faltam a minha lista, mas ainda tenho a esperança de telas no meu quarto postadas em minha frente vivas como a paixão, pena que morrem com o passar do tempo... Como a paixão... Beijus eu volto. Lins Roballo, 13 de março de 2010.
Algumas vezes fiz escolhas certas em tempos errados, outras vezes as escolhas erradas no tempo certo, porque mesmo que as escolhas sejam certas ou erradas, são escolhas e devemos manter certa fidelidade com o nosso perfil.
Não dizendo que essas escolhas poderiam estragar a minha vida inteira, mas fariam parte de mim por algum tempo... Tipo... O pudim do domingo depois daquela churrascada acompanhado de dois copos de cerveja e uma farofa deliciosa de bacon e calabresa... Era a coisa deliciosamente certa na hora errada... Mas fazer o quê? Nem sempre é como agente pensa ou quer.
Sempre disse para minhas amigas que escrevia melhor na depressão, mas nesses dias não ando depressiva, ando até de bem comigo mesma, reclamar da vida, do cotidiano de certa forma faz parte do meu perfil. Apaixonada, acho que não me encontro em tal estado, estou naquela faze de crença, creio em mim, creio em meus ideais, creio que...
Crer nem sempre é fácil, porque para se chegar a essa realidade da crença demorei bem mais do que quando descrente em mim me perco nos meus sentimentos, confusos sentimentos. Nem mesmo solitária me sinto só, me faço feliz, é não curto balada, não curto agito, não curto bagunça... Depende também, curto um agito social com amigos, discretos, se bem que eu não sou nada discreta, discrição é uma palavra que não existe no meu vocabulário, curto um barzinho, voz violão, uma bebidinha um cigarro na mão e aquele amigo bom de papo, ai to céu.
Não curto TV, mas um filminho, desenhos animados, me fazem chorar pacas, não o desenho em si, mas a mensagem que eles sempre trazem, não sei se isso foi falta de infância, mas que eu me lembre minha infância sempre foi boa. Curto doce, salgado, café e pipoca. Ta, não sou um modelo de perfeição corporal, mas me viro bem no quesito sedução. Curto sim umas saladas, mas o que me falta mesmo é tempo, às vezes percebo que até falta tempo para mim mesma.
As flores são imprescindíveis para uma primavera linda, sem elas não tem aquela sensação de amor, de carinho, confesso, que nunca recebi flores, ganhei amores, ganhei presentes, mas flores faltam a minha lista, mas ainda tenho a esperança de telas no meu quarto postadas em minha frente vivas como a paixão, pena que morrem com o passar do tempo... Como a paixão... Beijus eu volto. Lins Roballo, 13 de março de 2010.
Uma música... boa música
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